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segunda-feira, 19 de outubro de 2015

MAIS MACABRO AINDA: Mãe de Sumé-PB que deu filho a ritual de magia negra iria oferecer a outra filha de 8 anos para mesmo fim






Quando a gente imagina que o limite da insensatez foi atingido, no caso da mãe que deu o próprio filho para um ritual de magia negra na cidade de Sumé, no Cariri da Paraíba, eis que uma nova informação vem à tona, para deixar ainda mais perplexas as pessoas que estão acompanhando o caso: a mãe do garoto Everton Siqueira Silva, de 5 anos, morto em um ritual de magia negra na semana passada, disse à polícia que pretendia oferecer a filha Even, de 8 anos, para o mesmo fim.


A informação foi confirmada pela polícia após o depoimento de Laudenice dos Santos, no qual ela confirmou que teve participação na morte do filho – inclusive assistindo à sua morte e à retirada do seu sangue, que, de acordo com as investigações, foi oferecido em ritual de magia negra.



No depoimentoLaudenice deu detalhes de como o filho foi morto. “Paulistinha agarrou ele pelas costas e Xana golpeou de faca e colocou a bacia em baixo pra tirar o sangue. Eu ainda vi ele ‘ciscando’, todo mundo ficava rindo”, disse a própria mãe do menino, em um relato frio e chocante. Ela resolveu confessar a participação do assassinato depois que soube da confissão de Welligton Soares Nogueira, conhecido como ‘Pai Etinho’.


Segundo ela, o menino foi para o Boqueirão, onde foi morto, achando que iria pra rua, brincar. Chegando ao local, ela contou que ficou sentada, enquanto taparam a boca da criança e o ex-presidiário Denivaldo Santos Silva (Paulistinha) o agarrou pelas costas. Nesse momento, o padrasto do menino, Daniel Ferreira dos Santos (Xana), desferiu um golpe de faca e esperou que todo o sangue da criança caísse na bacia. Depois foi aberto o tórax da criança e decepado o órgão genital.
Segundo Laudenice, durante toda a ação os envolvidos ficavam rindo, o que demonstra, segundo o delegado Paulo Ênio, a mente doentia dos acusados. “Eles enganaram o menino para matá-lo. 


Ele não teve medo porque estava perto da mãe. Foi tudo planejado por mentes doentias. Ela mesma enganou a polícia desde o início, mentindo muito”, disse o delegado – com informações do Jornal da Paraíba.


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