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terça-feira, 17 de novembro de 2015

Disque-Denúncia oferece até R$ 2 mil por informações do foragido 'Janequine'


O Disque-Denúncia Pernambuco divulgou nesta segunda-feira (16) que oferece até R$ 2 mil para quem tiver informações de Jamesson Luiz da Silva, o 'Janequine'

Jamesson da Silva, o 'Janequine', é procurado
pela polícia (Foto: Divulgação/Dique-Denúncia)

O Disque-Denúncia Pernambuco divulgou nesta segunda-feira (16) que oferece até R$ 2 mil para quem tiver informações de Jamesson Luiz da Silva, o "Janequine". Ele é apontado como um dos integrantes da organização criminosa desarticulada na "Operação Hipócrates", no dia 11 de novembro. O grupo cobrava de R$ 4 a R$ 12 mil por cirurgia em cada paciente e extorquiu aproximadamente R$ 5 milhões das vítimas nos últimos dois anos, de acordo com a Polícia Civil.

"Janequini" é suspeito de fazer a captação de pacientes para venda de cirurgias ortopédicas no Hospital Regional do Agreste em Caruaru. Ele está foragido desde 11 de novembro. Para o coordenador do Dique-Denúncia Agreste, Alexandre César, "muitas vezes as pessoas mais necessitadas de cuidados eram deixadas sem cuidados, para pagar pelo serviço que o hospital oferecia gratuitamente; Jamesson é integrante do grupo e, como os outros, precisa pagar pelos crimes que cometeu”, afirmou César.

Quem tiver informações sobre o suspeito pode ligar para o número (81) 3719-4545 para os municípios do interior e (81) 3421-9595, na Região Metropolitana do Recife e Zona da Mata Norte. As informações também podem ser enviadas por meio do site do Disque-Denúncia. O serviço funciona durante 24 horas, todos os dias da semana. O anonimato é garantido.

Médicos e vereador presos

Na operação, dois médicos, um vereador e mais seis pessoas foram presas. O grupo é suspeito de captar pacientes na rede pública para "realização de cirurgias sem indicação de necessidade" na rede privada. Dos nove mandados de prisão emitidos pela Justiça, apenas um não foi cumprido e o suspeito está foragido - Jamesson Luiz da Silva.

A operação objetivou prender suspeitos de corrupção ativa e passiva, tráfico de influência, lesão corporal e de integrar uma organização criminosa. As buscas foram realizadas em Caruaru, Agrestina, São Caetano, Tacaimbó e no Recife. A investigação teve início em julho deste ano e durante as buscas na quinta-feira (12) foram apreendidos um revólver calibre 38, dez computadores e vários documentos, que ainda serão analisados pela polícia.

De acordo com a Polícia Civil, as pessoas investigadas na operação são suspeitas de captação de pacientes na rede pública de saúde para atendimento na rede privada, atraso na prestação de serviços para estimular o pagamento indevido de valores pelos pacientes e familiares, utilização de material cirúrgico além da quantidade prescrita e realização de cirurgias sem indicação de necessidade.

Entenda o caso

Clínicas, consultórios médicos e casas do Agreste pernambucano e do Recife, além do Hospital Regional do Agreste (HRA) e um hospital particular de Caruaru, foram os lugares abordados pelos policiais durante as buscas da Operação "Hipócrates". Participaram da operação 100 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães.



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