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terça-feira, 17 de novembro de 2015

Eleições 2016 / Guiga: o fator surpresa da oposição de Vicência





Não é de hoje que Guiga Nunes, filho do saudoso Dr. Guilherme Nunes, vem cogitando a possibilidade de ser candidato a prefeito de Vicência. Na verdade, desde 2003, com apenas 22 anos de idade, o jovem político já aspirava ao cargo. Em 2008, sua candidatura quase saiu do papel, mas um acordo de cavalheiros, entre seu pai e o atual prefeito Dr. Paulo Tadeu, adiou mais uma vez o sonho. O tempo passou, Guiga foi aprovado em um concurso público da Justiça Federal, amadureceu, casou, porém, mesmo trabalhando no Recife, há quase 100 KM de Vicência, não deixou de sonhar.


No ano passado, a convite de amigos, resolveu retomar seu projeto, iniciando a nova jornada apoiando os Deputados Antônio Moraes e André de Paula. Foi até mesmo surpreendido com agrande votação que os parlamentares tiveram no município, ao qual, teve uma importante contribuição. Pronto, era o que faltava para decidir não abrir mão de sua pré-candidatura.



O nome de Guiga surgiu em um momento, que o grupo do atual prefeito, Dr. Paulo Tadeu já cantava vitória.


 Falavam até que o poder estava garantido por no mínimo mais oito anos. Realmente, naquele momento em que a oposição de Vicência estava fragilizada e com os mesmos nomes, e o grupo do PSB cada vez maior, qualquer um ‘cientista político’ não seria louco de dizer o contrário. Mas, na política, assim como no futebol, tudo acontece muito rápido, no piscar de olhos, e o fator surpresa, Guiga, com toda certeza do mundo, não estava nos planos da atual gestão.


De uma família tradicional, comsangue político, e com o nome limpo na praça; Guiga vem conquistando apoios importantes, de pessoas influentes nos últimos dias. O pré-candidato anda conversando com várias classes da sociedade vicenciana, e acabou antecipando um pouco, o tradicional processo político do município, que geralmente só começava no ano da eleição.
O grande questionamento do momento em todas as rodas de bate-papo é justamente se ele deve sair só, ou juntar, com algum outro grupo político do município, mas pelo o que vem demostrando as sondagens eleitoraisrealizadas para consumo interno dos partidos, ele não deve está nem um pouco preocupado com isso no momento.  


Em um período de crise nacional, de falta de dinheiro nas prefeituras, de investigações, do anseio de mudança e renovação na política e do grande problema para o atual gestor, transferência de voto, o fator surpresa da oposição parece cada vez mais ganhar força, não apenas nas redes sociais. 









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