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quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Petrobras vai encerrar atividades na Paraíba e combustíveis devem ficar mais caros no Estado




Nos últimos 15 dias, o Estado tem vivido escassez desses produtos, principalmente de gasolina, porque os navios tanques escalados para Cabedelo atrasaram a chegada, gerando um caos em várias cidades, principalmente nas de maior fluxo.

A edição do jornal Correio da Paraíba trouxe na manhã desta sexta-feira, 01, primeiro dia de 2016, uma notícia não muito boa que resulta adversa para os consumidores de combustíveis na Paraíba. Trata-se da possível desativação da operação de transporte de combustíveis para o Estado via porto de Cabedelo.

 O Governo e entidades do setor lutam para que isto não aconteça, porém a população já começa a sentir na realidade reflexo desta tomada de decisão. Nos últimos 15 dias, o Estado tem vivido escassez desses produtos, principalmente de gasolina, porque os navios tanques escalados para Cabedelo atrasaram a chegada, gerando um caos em várias cidades, principalmente nas de maior fluxo. Leia Mais: Falta gasolina em postos de combustíveis em CG e cidades circunvizinhas: postos já praticam valores acima de R$ 4 A própria Petrobras já havia divulgado anteriormente o prazo para encerramento de sua operação no porto paraibano – princípio de 2016, o que coincide com essa irregularidade no calendário de abastecimento. A intenção da estatal de não mais trazer combustível para a Paraíba via porto local vem desde 2013, mas a decisão não foi levada adiante.  

A Braspetro, braço da Petrobras responsável pelo transporte de combustível, estaria quase falida e reconsiderou os custos. Se a Petrobrás deixar de enviar navios com combustíveis para a Paraíba, o Estado perderia indiretamente 45% da movimentação da Companhia das Docas, além de uma arrecadação de R$ 40 milhões por ano somente do município de Cabedelo. 

A consequência mais terrível para o consumidor seria os preços finais dos combustíveis. “Na hipótese de termos o transporte de combustíveis por caminhões, o Estado ainda teria um custo imenso de difícil avaliação com milhares de caminhões a mais nas rodovias”, afirmou o presidente do Sindalcool, Edmundo Barbosa. 



Giro PB






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