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quarta-feira, 31 de agosto de 2016

URGENTE O Senado aprovou o impeachment por 61 votos contra 20. E, a partir deste momento, Dilma Rousseff, oficialmente, não é mais presidente da República.



Não houve abstenções na votação que afastou Dilma Rousseff da presidência da República. Temer deve ser empossado ainda hoje
O Senado aprovou o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Foram 61 votos a favor e 20 contra. Não houve abstenções. Com essa decisão, Michel Temer deve tomar posse ainda hoje como novo presidente da República. A saída de Dilma Rousseff da presidência é imediata.

Quando o resultado foi divulgado, os senadores favoráveis ao afastamento definitivo da petista da presidência da República cantaram o Hino Nacional. Os contrários, por sua vez, permaneceram em silêncio.

Para votar, cada senador respondeu à seguinte pergunta: "Cometeu a acusada, a senhora Presidente da República, Dilma Vana Rousseff, os crimes de responsabilidade correspondentes à tomada de empréstimos junto à instituição financeira controlada pela União (art. 11, item 3, da Lei nº 1.079/50) e à abertura de créditos sem autorização do Congresso Nacional (art. 10, item 4 e art. 11, item 2, da Lei nº 1.079/50), que lhe são imputados e deve ser condenada à perda do seu cargo, ficando, em consequência, inabilitada para o exercício de qualquer função pública pelo prazo oito anos?"

Ainda falta o Senado votar se Dilma ficará inabilitada para exercer cargos públicos por oito anos.

Senadores divergem sobre inegibilidade

A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) definiu Dilma como uma pessoa honesta e defendeu a autonomia das duas penas. "Venho solicitar humildemente que não apliquem a inabilitação à presidente Dilma", afirmou. "Acho uma presidente correta e que não cometeu esses erros. Dilma já fez as contas de sua aposentadoria. Ela disse que vai se aposentar com R$ 5 mil. E precisa continuar trabalhando para suprir as suas necessidades", completou.

Por sua vez, o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) defendeu que as penas sejam aplicadas em conjunto. "Esse Senado não protagonizou uma farsa. Estamos aplicando a Constituição. Ela diz com toda clareza que as duas penas devem ser aplicadas conjuntamente", argumentou. "Ambas são efeitos da condenação. Não há outra resolução a tomar. Deve-se aplicar a pena prevista na lei", disse.

Manifestantes contra o impeachment na Esplanada se organizam para ir ao Palácio da Alvorada. Em uma salva de palmas, todos parabenizam Dilma pelo trabalho exercido e se emocionam.


Fonte Diario de Pernambuco

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