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quarta-feira, 31 de maio de 2017

Estudantes de São Vicente Férrer são premiados no México por horta escolar


A conquista garante a participação dos alunos em outras duas feiras internacionais em Porto Rico e na Argentina  




Eles disputaram com outras seis equipes latino-americanas. Foto: Secti/Divulgação (Eles disputaram com outras seis equipes latino-americanas. Foto: Secti/Divulgação)

Uma equipe do Educandário Tércio Correia, de São Vicente Férrer, no Agreste, única representante brasileira no Encuentro Internacional de Ciencia, Tecnología e Innovación, realizado de quinta a sábado no México, foi consagrada na competição internacional. A conquista garante a participação dos estudantes em outras dois eventos no próximo ano em Porto Rico e na Argentina.

No ano passado, eles foram vice-campeões na 22ª Ciência Jovem, Categoria Iniciação à Pesquisa e ganharam a credencial para participar da feira mexicana. O professor Flávio Cavalcanti e os alunos Jessé Alves e Heitor Costa representam um grupo de treze alunos do 5º ano Fundamental que cultivou uma horta escolar durante dois anos. Os produtos colhidos entraram no cardápio da escola e embasaram um trabalho de reeducação alimentar.


Ano passado, eles foram vice-campeões na 22ª Ciência Jovem, Categoria Iniciação à Pesquisa e ganharam a credencial para participar da feira mexicana. Foto: Secti/Divulgação (Ano passado, eles foram vice-campeões na 22ª Ciência Jovem, Categoria Iniciação à Pesquisa e ganharam a credencial para participar da feira mexicana. Foto: Secti/Divulgação)



O PROJETO 

Na primeira etapa, o projeto envolveu a preparação do terreno, mobilização das turmas, plantação e manutenção da horta. Cada problema que surgia envolvia pesquisas para a busca de soluções. Foi o caso do ataque de formigas. “Pesquisamos e utilizamos dois inseticidas naturais. Aplicamos fumo e borra de café nas laterais e borrifamos as folhas com arruda”, diz o professor Flávio Cavalcanti.



Já para resolver o problema do solo seco, os estudantes fizeram uma composteira. “Usamos fezes de animais, cascas de frutas e folhas secas”, explica Jessé. Sementes e mudas vinham da contribuição dos alunos que moravam nas áreas rurais. Foram plantados coentro, cebolinha, batata, chuchu, cenoura e árvores frutíferas.



Os produtos da horta passaram a ser inseridos no cardápio da cantina da escola e motivaram uma segunda etapa do Projeto: a reeducação alimentar. Para apresentar no México, o grupo introduziu no projeto uma variação. Como São Vicente Ferrer é a terra da banana, os alunos fizeram oficinas de culinária e de artesanato à base do produto.



A Ciência Jovem é a feira internacional de ciência organizada pela Secti, através de sua superintendência de difusão científica, o Espaço Ciência. Em 2016 e 2015, o evento reuniu quase 600 equipes de todo o Brasil e do exterior.


Fonte Diario de Pernambuco


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