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segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Paulo Câmara reúne deputados para defender da Chesf







 governador Paulo Câmara (PSB) reúne, nesta segunda-feira (2), os integrantes das Frentes Parlamentares do Congresso Nacional e da Assembleia Legislativa de Pernambuco contra a privatização da Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf) e em defesa do Rio São Francisco. O encontro será às 11h30 no Palácio do Campo das Princesas. Durante a reunião o pessebista deve reforçar a necessidade de um debate amplo e transparente sobre a possibilidade desestatização da companhia, que integra a Eletrobras, e as implicações que esse processo pode provocar, sobretudo, para o consumidor e o meio-ambiente.
No dia 5 de setembro, Câmara enviou ao presidente Michel Temer (PMDB) uma carta assinada pelos governadores do Nordeste na qual eles se colocam contrários a proposta de privatização indicada pelo Governo Federal e sugerem à União que a Chesf seja retirada do grupo Eletrobras, transformando-a em uma empresa pública com vinculação ao Ministério da Integração Nacional.
Pela proposta dos governadores nordestinos, a Chesf passaria a ter a missão de coordenar uma política de desenvolvimento regional, tendo sua atuação financiada com a manutenção da política de cotas e o ajustamento da tarifa em, no máximo, 1,5%.
Além disso, as Frentes Parlamentares também sugeriram que o Ministério de Minas e Energia suspendesse em 120 dias o processo. Na semana passada, o ministro Fernando Filho (PSB), responsável pela pasta, disse que não vai atender ao pleito e pontuou que a modelagem da privatização da Eletrobras e, consequentemente, da Chesf deve ficar pronta neste mês.
“Na verdade a modelagem está sendo debatida. Li a carta dos governadores, respeito e estamos abertos ao diálogo. Vamos ter a oportunidade de prestar os esclarecimentos que são levantados na carta. A privatização da empresa vem para fortalecer o setor energético. Ela vai ser tocada e gerida de uma forma mais eficiente, o que a gente não viu nos últimos anos. Tem uma série de distorções na empresa que não dá mais para bancar a ineficiência”, salientou, pontuando um prejuízo anual de R$ 32 milhões.


Fonte Pernambuco Conectado


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