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quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Veja video: Bolsonaro é esfaqueado em ato de campanha em Juiz de Fora (MG)


Gustavo Maia, Luciana Amaral, Leandro Prazeres e Janaina Garcia


presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) foi retirado às pressas de um ato de campanha em Juiz de Fora (MG), depois de ser esfaqueado. A informação foi confirmada por um de seus filhos, Flávio Bolsonaro, e pela Polícia Militar mineira. Um suspeito foi preso.
Desde o fim de julho, Bolsonaro é escoltado diariamente por uma equipe da Polícia Federal, garantia concedida aos candidatos à Presidência da República. A Polícia Federal informou que está apurando a ocorrência do fato.






A assessoria de imprensa da Santa Casa de Juiz de Fora confirmou que o candidato deu entrada no setor de urgência e emergência, mas não soube informar o estado de saúde dele.

Testemunha viu homem de casaco preto



A ativista Roberta Lopes Alves, do movimento Direita Minas, estava no ato de campanha –que transcorria pelo calçadão da rua Halfeld e seguiria até a Praça da Estação, onde Bolsonaro participaria de um comício.

De acordo com ela, um homem de casaco preto se aproximou e atingiu o abdome do candidato. Na sequência, relatou, ele quase foi linchado por populares.

"Ele [Bolsonaro] está fora de perigo, mas ainda estamos aguardando informações completas sobre o quadro de saúde. Estava muito cheio e havia muito barulho; não deu para ouvir se a pessoa que o atacou disse algo. Quando o pessoal percebeu o que aconteceu, quase linchou o agressor, mas a Polícia Federal o levou", disse.

"Estamos em choque, muito transtornados. É como se atingisse alguém da minha família – e na hora, a ficha não caiu direito. Estou imensamente triste por ele passar por isso", afirmou a ativista.

Candidato já usou colete à prova de balas


No seu primeiro ato público desde o início oficial da campanha, em Presidente Prudente (SP), no dia 22 do mês passado, a reportagem do UOL flagrou o candidato vestindo um colete à prova de balas, cercado de seguranças. A peça foi utilizada por ele em outras duas viagens desde então, em Rondônia e no Acre.

Presidente em exercício do PSL e um dos mais próximos aliados do deputado federal, o advogado Gustavo Bebianno disse ao UOL que, entre os candidatos, Bolsonaro "está em nível 1 [máximo] de risco".

No mês passado, o próprio candidato foi questionado sobre a preocupação com a segurança e disse que é orientado a seguir certos ritos. "Obedeço e acima de tudo não revelo o que acontece no tocante à minha insegurança, pela minha segurança", declarou.




FONTE NOTICIA UOL
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