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quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Raio x de cigarro paraguaio revela pedaços de insetos e chumbo


Estudo detecta que cigarros do contrabando são ainda mais prejudiciais à saúde do que os concorrentes brasileiros

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Uma pesquisa da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), no Paraná, analisou centenas de cigarros aprendidos na fronteira com o Paraguai e os resultados parciais não poderiam ter sido mais preocupantes. A segunda matéria da série Quadrilha da Fumaça, do portal OP9 sobre o contrabando de cigarros no Nordeste, revela que o consumo da nicotina importada pode ser ainda mais corrosivo à saúde do que os cigarros nacionais vendidos legalmente. Pelo menos 70 doenças já catalogadas entre os fumantes podem ser aceleradas pelas bombas de nicotina importadas ilegalmente.
A Receita Federal costuma incinerar todo o material apreendido, mas procurou a universidade para tentar dar um destino mais nobre ao contrabando. Retirando o fumo dos produtos e analisando o material nos microscópios, a equipe liderada pelo pesquisador e professor Sandro Xavier de Campos ficou abismada: “Detectamos colônias de fungos e até olhos e pernas de insetos. Os cigarros tinham grande contaminação microbiológica”, recorda.


O ponto mais preocupante viria em seguida, após a descoberta de vestígios de metais extremamente nocivos à saúde. “Descobrimos que esses cigarros contrabandeados têm onze vezes mais chumbo do que os outros cigarros do Brasil. O chumbo não é metabolizado pelo corpo humano. O excesso pode ficar acumulado em partes mais duras, como os ossos, e isso pode causar alterações muito sérias no sistema nervoso central”, alerta Sandro Xavier.



Fonte Op9


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