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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

“Estava emaconhado”, diz mãe do estudante que invadiu escola com facão


Caso aconteceu na segunda-feira, no bairro do José Pinheiro, em Campina Grande. Estudante segue na delegacia e vai ser transferido para o Lar do Garoto

A mãe do adolescente de 16 anos de idade que invadiu e quebrou a Escola Estadual do José Pinheiro com um facão em mãos na última segunda-feira (18), em Campina Grande, falou pela primeira vez após o caso que chocou toda a Paraíba. Ela preferiu não revelar a sua identidade, mas informou que o seu filho havia fumado muita maconha antes acontecer o fato.

“Até onde eu sei ele estava brabo porque tinha fumado muita maconha e com raiva porque um menino bateu nele e a diretora não deixou eles brigarem. Ele veio para casa, colocou um facão dentro das calças e entrou na escola revoltado. É só o que eu sei. Já na delegacia ele só faz chorar e dizer que está arrependido. Mas ele estava com muito raiva porque o menino derrubou ele e deu na cara dele”, informou a mãe.
A confusão em que o adolescente se envolveu começou por causa que um menino, que segundo a mãe não é estudante e estava indevidamente dentro da escola, queria roubar o cordão que estava no pescoço do seu filho.
“Toda a briga entre eles foi motivada porque o menino apelidou ele de dentinho e queria tomar o cordão de prata que ele estava usando, que era do meu pai (avô do menino). Ele nunca tinha feito isso. Olha, eu só ouvia dos vizinhos que ele estava usando maconha, mas nunca vi”, comentou.
O adolescente que entrou na escola e quebrou vários objetos com o facão já foi apreendido recentemente pela Policia Militar. De acordo com a mãe, na última semana ele foi pego após confessar que furtou a bolsa de uma pessoa dentro de um ônibus coletivo.
“Meu filho não é normal não. Ele tem algum problema na cabeça. Eu já dizia que ia levar ele para o médico. Acho que ele é doente. Tinha dia que ele estava um amor de pessoa, mas tem dia que ele não quer falar com ninguém. Ele está sendo influenciado pelos amigos. Na escola estava todo mundo incentivando, mas agora não tem nenhum aqui para ajudar”, lamentou a mãe.
O estudante segue recolhido na carceragem da Central de Polícia Civil do bairro do Catolé e deve ser transferido para o Centro Educacional do Lar do Garoto, localizado em Lagoa Seca, no Agreste da Paraíba.


Fonte Op9
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