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segunda-feira, 1 de abril de 2019

Paulo Câmara critica comemoração da Revolução Militar


Paulo Câmara criticou a recomendação do Palácio do Planalto ao Ministério da Defesa para que o aniversário de 55 anos da revolução de 1964, fosse comemorado nos quartéis. Aliado do governador do Estado, o prefeito Geraldo Júlio (PSB) escreveu um artigo para questionar a determinação do governo federal.

“A ditadura vigente de 1964 a 1985 vitimou milhares de cidadãs e cidadãos, perseguidos, presos, torturados, exilados e assassinados. Comemorá-la em nada contribui para a urgente pacificação que o Brasil necessita”, afirmou Paulo Câmara em nota publicada neste sábado (30) no Instagram.
“Não há o que se comemorar. Há sim, o que não esquecer, pois um povo que desconhece o seu passado é incapaz de construir um futuro melhor para a coletividade. Sendo assim, vamos rememorar”, disse em seu artigo o prefeito doRecife, Geraldo Julio.
Após os questionamentos, Bolsonaro afirmou que não pediu para que os quartéis “comemorassem” a data de 31 de março, e sim que rememorassem. “Não foi comemorar. Rememorar, rever, ver o que está errado, o que está certo. E usar isso para o bem do Brasil no futuro”, declarou após participar de cerimônia de aniversário da Justiça Militar, na qual foi condecorado.
Dias antes, porém, em entrevista coletiva, o porta-voz da Presidência da República afirmou que “o presidente não considera 31 de março de 1964 um golpe militar”.
Questionado sobre como serão as comemorações, o porta-voz da Presidência, Rêgo Barros, disse que ficará a cargo de cada Comando. “Aquilo que os comandantes acharem, dentro das suas respectivas guarnições e dentro do contexto, que devam ser feitas.”


Fonte Portal de Prefeituras


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