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sexta-feira, 17 de maio de 2019

Câmara vota na próxima quinta o pedido de impeachment do prefeito de Camaragibe


O parecer foi aprovado nessa quinta-feira (16), pela comissão que analisou a denúncia

A abertura do processo de impeachment foi aberto no dia 23 de fevereiro / Foto: Guga Matos/Acervo JC Imagem



Ficou marcado para a próxima quinta-feira (23), a votação que poderá resultar no impeachment do prefeito de Camaragibe, Demóstenes Meira (PTB), na Câmara dos Vereadores do município. A decisão ocorreu nessa quinta-feira (16), após a comissão que analisou a denúncia ter aprovado o parecer. Agora, a matéria segue para a votação do Plenário da Casa. 
A comissão ficou formada pelos vereadores Roberto da Loteria (PTC) e Leandro Lima (PRP), conhecido por Léo da Família. Se o parecer for favorável, o mandato do prefeito Meira será cassado. Do contrário, o processo é arquivado.
A iniciativa de cassar o mandato do petebista ocorreu após um áudio vazado em que o gestor da cidade exigiu que os cargos comissionados participassem de um bloco carnavalesco em que sua noiva, a secretária de Assistência Social do município, Taty Dantas, foi uma das atrações.


A reportagem entrou em contato com a prefeitura de Camaragibe e assessoria informou que o prefeito Meira ainda não foi notificado sobre o caso.

Relembre


Realizado no dia 26 de fevereiro, a abertura do processo de impeachment de Meira deu início quando os cinco, dos 13 vereadores presentes, votaram a favor do processo. Ainda houve quatro votos de abstenção e quatro votos contra. Em meio à votação, três vereadores deixaram o local, e logo em seguida receberam vaias e xingamentos por parte do público presente.

Durante a leitura do processo de impeachment, o presidente da Casa, vereador Toninho (PTB), defendeu que é necessário a investigação das excessivas denúncias contra o gestor. "Estou aqui para essa Casa possa investigar, para que possa fazer o papel dela de investigadora. Essa Casa não pode deixar de dar uma resposta para a comunidade de Camaragibe. Eu espero que essa Casa dê uma resposta à altura. Não tenho medo de ameaça, não tenho medo de cara feia", afirmou o vereador.

A partir do início do processo, os 13 vereadores terão de oito a 60 dias para votarem pela cassação ou rejeição do pedido.


Fonte JcOnLine


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