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sexta-feira, 12 de julho de 2019

Começa nesta sexta-feira o pente-fino do INSS; veja quais benefícios serão revistos


O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) inicia nesta sexta-feira (dia 12) o pente-fino dos benefícios previdenciários, com a publicação dos detalhes no Diário Oficial da União. Na quinta-feira, o governo publicou a lei que viabiliza o orçamento extra para o pagamento de bônus a peritos e servidores que atuarem no pente-fino, o que permitiu o início da revisão. Fonte Jornal Extra

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Segundo o presidente do instituto, Renato Vieira, serão analisados três milhões de benefícios com indícios de irregularidades apontadas pelos órgãos de controle — Tribunal de Contas da União (TCU) e a Controladoria-Geral da União (CGU).

Neste primeiro momento, ainda não serão revistos os benefícios que exigem perícia médica.

Essa primeira fase do pente-fino irá atingir apenas os benefícios que são analisados de forma administrativa pelos servidores do INSS. Para eles, já começará a ser computado o bônus no valor de R$ 57,50 por cada processo concluído que ultrapassar uma cota mínima exigida.

A convocação será feita prioritariamente por caixa eletrônico, mas também há a possibilidade de envio de cartas aos segurados.

— Além de combater fraudes, esse pente-fino tem o objetivo de nos ajudar a identificar nossas vulnerabilidades para que outros casos de irregularidades não surjam — explicou o presidente do INSS.

Entre os benefícios que estão na mira do instituto estão os pagamentos que continuam sendo feitos mesmo com a suspeita de morte do beneficiário, e também benefícios assistenciais, como o BPC/Loas, que são direcionados a pessoas de baixa renda, e podem estar sendo recebidos por pessoas acima da faixa de renda permitida.

INSS AUTOMATIZA ATENDIMENTOS NO 135 PARA REDUZIR TEMPO DE ESPERA NA LINHA
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) vem passando por um processo de automatização de seus serviços, com o objetivo de migrar cada vez mais atendimentos das agências para seus canais online e telefônico. Nesta quinta-feira (dia 4), o órgão divulgou uma nova etapa dessa modernização, que permitirá ao segurado fazer consultas de forma automática na central de atendimento 135, sem a necessidade de falar com um atendente.

Castro Júnior, diretor de atendimento do INSS, afirmou que um dos serviços que foram automatizados é a consulta de resposta de perícia, que tinha um tempo médio de resposta de 12 minutos e, com a mudança, foi reduzido para três minutos.

— Hoje já temos 62 serviços automatizados, tanto no Meu INSS, quanto no 135. A partir de quarta-feira vamos acrescentar mais 28 serviços. Com isso, todos os serviços que são possíveis de automatização estarão automatizados. Há alguns em que isso não é possível, como perícia médica e prova de vida, por exemplo — explicou.

Além da consulta da resposta de perícia, o segurado poderá acessar automaticamente, pelo telefone, o cancelamento e consulta do andamento dos requerimentos; informação da data e local de pagamento do benefício; agendamento para obter o extrato previdenciário (CNIS); extratos de consignações, pagamentos e Imposto de Renda (IR); além do agendamento para atualização de dados cadastrais.

Entre os lançamentos que serão feitos no dia 10 nas plataformas digitais estão os serviços para acordos internacionais. Trata-se dos convênios com outros países para que os segurados transfiram sua Previdência entre eles, em caso de mudança. Hoje, essas pessoas tinham que vir ao Brasil para fazer os requerimentos iniciais, ou fazer o serviço por meio de um procurador. Agora, eles estarão disponíveis no aplicativo Meu INSS.

Segundo Castro Júnior, o aplicativo já é o sétimo mais baixado nos celulares brasileiros, o que, segundo ele, é um reflexo do aumento da educação financeira no país.

— A questão da educação financeira está evoluindo no Brasil, e o auge é a educação financeira previdenciária. Então, o que a gente percebe é que é crescente a procura pelo aplicativo para saber quanto tem de tempo de contribuição, por exemplo, e se planejar. Já é possível ver no aplicativo se as empresas fizeram o recolhimento. Hoje, muita gente chega na hora de se aposentar e vê que a empresa não repassou a contribuição do funcionário, e aí muitas vezes a empresa não existe mais e fica mais difícil de resolver — avaliou.


Fonte Folha PE


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