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segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Candidatas laranjas são indiciadas pela Polícia Federal de Pernambuco


Além das três candidatas, o presidente do PSL Luciano Bivar também foi iniciado na última sexta-feita (29).


Os quatro suspeito foram indiciados sob suspeita de falsidade ideológica eleitoral, apropriação indevida de recurso eleitoral e associação criminosa. A pena dos acusados pode chegar cinco anos e meio de prisão respectivamente.
A investigação sobre as candidaturas de laranjas da legenda teve início após um jornal de são paulo revelar um possível esquema, com base na denúncia feita através de uma série de reportagens, o jornal também trouxe a tona a informação de que o mesmo esquema poderia estar sendo praticado no estado de Minas Gerais. A investigação sobre as candidaturas de laranjas da legenda teve início após um jornal de são paulo revelar um possível esquema, com base na denúncia feita através de uma série de reportagens, o jornal também trouxe a tona a informação de que o mesmo esquema poderia estar sendo praticado no estado de Minas Gerais.
Luciano Bivar é presidente do PSL, partido que elegeu Jair Bolsonaro. Após estourar o escandalo que escancarou as candidaturas de fachada, o presidente Bolsonaro formalizou no fim do mês passado (novembro), a saída do PSL e fundou um novo partido, o “Aliança pelo Brasil”, que ainda luta para conseguir as quase 500 mil assinaturas necessárias à fundação de um partido no Brasil. Bolsonaro têm até março de 2020 para alcançar esse total de assinaturas que serão validadas pelo TSE. O “Aliança pelo Brasil”, já nasce com um grande número de seguidores nas redes sociais e é claro que vários apoiadores do presidente já sinalizaram que se oficializado, trocariam seus partidos pelo “Aliança”. Além de Bivar, foram indiciadas as candidatas Maria de Lourdes Paixão, Érika Santos e Mariana Nunes – todas do PSL.
Maria de Lourdes Paixão, uma das candidatas laranja, recebeu R$ 400 mil reais em dinheiro público eleitoral a quatro dias da eleição passada e declarou ter gasto R$ 380 mil numa gráfica de fachada. Na última quarta-feira (27), o TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de Pernambuco reprovou por unanimidade as contas da candidata e determinou a devolução de R$ 380 mil.

Fonte Portal de Prefeitura


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