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domingo, 19 de agosto de 2018

Morre Deivison Kellrs,Cantor da banda Torpedo e Grande Guerreiro do Brega Pernambucano


Cantor da Banda Torpedo, que lutava contra um câncer de fígado, faleceu aos 30 anos no Recife


O brega pernambucano sofreu neste domingo (19) uma grande perda. Vocalista da Banda Torpedo, Deivison Kellrs faleceu às 15h50, vítima de complicações de um câncer de fígado. O primeiro comunicado de falecimento partiu da amiga e cantora Michelle Melo, que escreveu no seu perfil do Instagram estar abalada pela “perda de um grande guerreiro”. A morte foi depois confirmada às 16h05 pelo assessor da banda, Silvano Melo, que não informou detalhes sobre velório e sepultamento.
Desde o dia 10 de agosto Deivison havia passado a respirar com a ajuda de aparelhos e uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) foi montada no quarto do hospital em que ele estava instalado. O cantor foi internado no dia 4, após sentir dores intensas consequentes de um câncer de fígado, no mesmo dia em que um evento beneficente foi realizado por artistas da cena do brega com objetivo de arrecadar dinheiro para o tratamento de Deivison.

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A trajetória musical de Deivison começou há cerca de sete anos, já no início da Banda Torpedo. Antes disso, o artista trabalhava como garçom na Região Metropolitana do Recife (RMR). Até 2016, ele dividiu os vocais da banda com Thayara Andreza, a primeira vocalista da Torpedo.
A música que inseriu a Banda Torpedo em uma das mais famosas e queridas do brega pernambucano foi Como a Culpa é Minha (2011), na qual Deivison interpreta um homem que foi traído. Outros sucessos são Diz Na Minha CaraNosso relacionamentoFoi Amor e Revanche. Amor, paixões e relacionamentos são os principais temas das composições da banda.
Confira o clipe de Diz na Minha Cara:


Um dos principais marcos da banda em quesito de discografia foi um DVD ao vivo gravado em 2013 no Clube Português, localizado no Derby, área central do Recife. A Torpedo já lançou 31 músicas e pelo menos 11 clipes oficiais no Youtube.
Em 2016, por conflitos internos, a banda sofreu um racha e a vocalista Thayara Andreza saiu. A artista Francyne Roper entrou no seu lugar e, atualmente, além dela, Luiza Ketilyn e Júnior Diechkman compartilham os vocais da banda.

Fonte OP9



sábado, 18 de agosto de 2018

Decreto proíbe cobrança por cadeira de roda em viagem rodoviária


Empresas de ônibus não podem fazer nenhuma restrição em relação ao equipamento para pessoas com deficiência


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As cadeiras de rodas e outras formas de auxílio à mobilidade, como bengalas e muletas, estão livres dos limites de peso e tamanho em viagens rodoviárias interestaduais e internacionais.
Decreto assinado pelo presidente Michel Temer e publicado na sexta-feira (17) no Diário Oficial da União impede que esse tipo de equipamento seja alvo de cobranças adicionais ou restrições para serem levados no bagageiro de ônibus de viagem e similares. A nova regulamentação altera o Decreto 2.521 de 1998.
Segundo ressaltou o secretário nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Marco Pellegri, o texto parte do pressuposto que os equipamentos de mobilidade devem ser entendidos como parte integrante do corpo das pessoas com deficiência. “O cidadão tem que viajar sempre acompanhado daquilo que garante sua mobilidade, autonomia e independência, sem nenhum ônus”, ressaltou.


Fonte Op9


Correios vão lançar o 'uber da entrega'


Por meio de um aplicativo no celular, o usuário poderá chamar um prestador de serviço para que entregue sua encomenda em determinado endereço.


Foto: Tânia Rego/Agência Brasil


Até o fim deste ano, os Correios querem anunciar uma nova empresa de logística para concorrer no mercado de entrega de encomendas. O serviço funcionará praticamente do mesmo jeito que o Uber. Por meio de um aplicativo no celular, o usuário poderá chamar um prestador de serviço - carro, moto ou até mesmo bicicleta - para que entregue sua encomenda em determinado endereço. 

O Estado apurou que os Correios negociam parceria com uma empresa de tecnologia para lançar o aplicativo e que a expectativa é bater o martelo nas próximas semanas. O objetivo é oferecer um serviço de “entrega a jato”, em poucas horas.

As informações foram confirmadas pelo presidente dos Correios. “Ainda estamos fechando os detalhes desse negócio, mas vamos iniciar este serviço ainda neste ano.”

Com a iniciativa, os Correios querem entrar em um tipo de operação que já virou tendência em outros países. Trata-se do chamado “crowdshipping” - termo que une as palavras crowd (multidão) e shipping (remessa) -, que tem a proposta de permitir que cidadãos comuns possam fazer entregas de terceiros, desde que estejam habilitados para isso.

No Brasil, já existem algumas iniciativas em funcionário, como o “Eu Entrego”. Para usar o serviço, o dono da encomenda se cadastra, descreve o tamanho do produto, local e data da retirada da entrega e quanto está disposto a pagar. A partir daí entregadores independentes cadastrados no site se candidatam ao serviço, apontando se aceitam o valor proposto ou se fazendo uma proposta.

Para o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), a iniciativa deve ser estruturada com o máximo cuidado, para evitar fraudes e prejuízos aos usuários do serviço. “O Idec considera que a iniciativa dos Correios deve ter atenção aos critérios para seleção da empresa parceira e os mecanismos de autorregulação criados para garantia de qualidade dos serviços”, comenta Rafael Zanatta, advogado do Idec. “O serviço deve zelar pela garantia dos direitos básicos dos consumidores e responsabilização, tanto dos Correios quanto pela empresa de tecnologia intermediadora, por violações causadas aos consumidores.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Fonte Diario de Pernambuco


sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Coluna da sexta: Bruno Araújo cresce na disputa pelo Senado




Bruno Araújo cresce na disputa pelo Senado

Coluna da sexta: Bruno Araújo cresce na disputa pelo Senado

No seu terceiro mandato na Câmara Federal, Bruno Araújo fez movimentos nessa eleição digno de político grande. Ao abdicar de uma reeleição certa, ele fez mais que seus adversários diretos, repassou na íntegra suas bases para muitos candidatos a federais. Esse gesto deu-lhe forças e musculatura para bater de frente com os que lideram as pesquisas.
Um outro fator é que Bruno já deixou claro sua pauta na Casa Alta, levantará duas bandeiras principais a Segurança Pública, tema recorrente na pauta política estadual e “cai como luva” diante dos números negativos do Pacto pela Vida. Seu principal projeto é uma Política Pública de Segurança, como tem na saúde e educação. O outro tema é o apoio aos municípios.
Por fim, a passagem de Bruno pelo Ministério das Cidades o credenciou em discurso e ações para brigar por uma das vagas do Senado Federal. Resta saber se toda movimentação politica feita por ele será revertida em votos da população. Também tem no gargalo o voto que cravou o impeachment de Dilma e ter sido membro do Governo Temer. No mais, para aqueles que disseram que ele iria para o sacrifico, na verdade poderá ser uma das surpresas dessa eleição.
Mostrou força – Trazer o governador em plena campanha eleitoral para prestigiar o lançamento de sua campanha em Carpina foi um demonstração de força de Vinícius Labanca, Fernando Monteiro e Botafogo. Mesmo fora da agenda oficial, o evento aconteceu com a presença do chefe do executivo estadual e candidato a reeleição.
Sem os senadores – A ausência da chapa completa no ato de Botafogo não foi à toa. Nos bastidores corre a informação que ele pedirá voto para Mendonça Filho e Bruno Araújo, deixando Jarbas e Humberto a ver navios na cidade. A aliança deverá ser anunciada nos próximos dias.
Rápidas
Lulismo – Candidato ao Sendo, Sílvio Costa disparou um vídeo no qual o ex-presidente Lula faz diversos elogios a sua conduta de lealdade. Além do seu jingle de campanha ressaltar que é o ‘senador de Lula’.
Começou a guerra – Diante da posição do governador Paulo Câmara em dizer que estava ‘arrependido’ em liberar os deputados a votarem no impeachment de Dilma. O ex-governador João Lyra foi logo para o ataque através de notas, Paulo revidou falando em frustração em Lyra não ter sido ‘o escolhido de Eduardo” em 2014.
Somando aliados – No dia que começou a campanha, o candidato a deputado estadual Aglailson Victor (PSB) ganhou um reforço de peso na sua eleição com a adesão do prefeito de Casinhas João Camelo. Victor é tido como certo na Alepe a partir de fevereiro de 2019.
Carga total – O prefeito de Timbaúba, Ulisses Felinto (PSDB) fez uma grande festa para lançar Milton Coelho federal e Antonio Moraes estadual na sua cidade. A quadra do clube ficou lotada!


Fonte Blog do Elielson


Confira o patrimônio dos candidatos a governador em Pernambuco


Dados estão disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral


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Com o fim do registro das candidaturas e início da campanha eleitoral, chegou a hora do eleitor exercer seu direito ao controle social e à transparência. Pensando nisso, o OP9 listou os bens declarados pelos candidatos ao Governo de Pernambuco. Os dados estão disponíveis para consulta no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Sete candidaturas foram registradas no Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Embora tenham sido registradas, as candidaturas ainda passarão pelo crivo dos desembargadores do órgão. Eles vão checar se elas preenchem todos os requisitos exigidos pela legislação eleitoral.
O postulante com maior patrimônio é o senador Armando Monteiro (PTB), que declarou R$ 16,7 milhões, seguido do ex-prefeito de Petrolina, Júlio Lóssio (Rede) e do governador Paulo Câmara (PSB), com R$ 2,2 milhões e R$ 272,8 mil, respectivamente.
Confira o patrimônio declarado de cada candidato (a):
Ana Patrícia Alves (PCO)
Nenhum bem declarado
Armando Monteiro (PTB)
R$ 16.754.720,50
Dani Portela (Psol)
Nenhum bem declarado
Júlio Lóssio (Rede)
R$ 2.206.390,83
Maurício Rands (Pros)
R$ 20.100,00
Paulo Câmara (PSB)
R$ 272.879,91
Simone Fontana (PSTU)
R$ 5.000,00

Fonte Op9


ONU determina que Lula não pode ter candidatura barrada, segundo defesa


Comitê de Direitos Humanos também determinou o livre acesso à mídia ao ex-presidente






A defesa de Lula divulgou nota, na manhã desta sexta-feira (17), informando que o Comitê Internacional de Direitos Humanos da ONU determinou que o ex-presidente deve ter livre acesso à mídia e não pode ter sua candidatura barrada antes de julgamento. 

"[Estado brasileiro] Tome todas as medidas necessárias para que para permitir que o autor [Lula] desfrute e exercite seus direitos políticos da prisão como candidato nas eleições presidenciais de 2018, incluindo acesso apropriado à imprensa e a membros de seu partido politico.", informa decisão da ONU. 

Nota dos advogados do presidente Lula

Na data de hoje (17/08/2016) o Comitê de Direitos Humanos da ONU acolheu pedido liminar que formulamos na condição de advogados do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 25/07/2018, juntamente com Geoffrey Robertson QC, e determinou ao Estado Brasileiro que “tome todas as medidas necessárias para que para permitir que o autor [Lula] desfrute e exercite seus direitos políticos da prisão como candidato nas eleições presidenciais de 2018, incluindo acesso apropriado à imprensa e a membros de seu partido politico” e, também, para “não impedir que o autor [Lula] concorra nas eleições presidenciais de 2018 até que todos os recursos pendentes de revisão contra sua condenação sejam completados em um procedimento justo e que a condenação seja final” (tradução livre).

A decisão reconhece a existência de violação ao art. 25 do Pacto de Direitos Civis da ONU e a ocorrência de danos irreparáveis a Lula na tentativa de impedi-lo de concorrer nas eleições presidenciais ou de negar-lhe acesso irrestrito à imprensa ou a membros de sua coligação política durante a campanha.

Por meio do Decreto nº 6.949/2009 o Brasil incorporou ao ordenamento jurídico pátrio o Protocolo Facultativo que reconhece a jurisdição do Comitê de Direitos Humanos da ONU e a obrigatoriedade de suas decisões.

Diante dessa nova decisão, nenhum órgão do Estado Brasileiro poderá apresentar qualquer obstáculo para que o ex-Presidente Lula possa concorrer nas eleições presidenciais de 2018 até a existência de decisão transitada em julgado em um processo justo, assim como será necessário franquear a ele acesso irrestrito à imprensa e aos membros de sua coligação política durante a campanha. 


Fonte Diario de Pernambuco


quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Com mudanças na lei, campanha chega às ruas e esquenta eleições


Registradas as candidaturas, chegou a hora de pedir, abertamente, o voto do eleitorado nas ruas ou por meio eletrônico





Comícios, caminhadas, panfletos e propagandas nas redes sociais. A partir desta quinta-feira (16) os candidatos a presidente, a governador, senador e a deputados colocam os blocos na rua e entram, oficialmente, em campanha. Durante os próximos 45 dias os postulantes vão buscar o voto dos 147,3 milhões de eleitores aptos a votar neste ano, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Mas, neste ano, vencer nas urnas será ainda mais desafiador. É que neste pleito passam a valer algumas mudanças da “minirreforma” eleitoral aprovada no ano passado (PLC 110/2017).
Entre elas, um teto de gastos para cada candidato e o uso das verbas públicas do fundo partidário somente durante as eleições. De acordo com as novas regras, os presidenciáveis só poderão gastar até R$ 70 milhões no primeiro turno e a metade deste montante, num eventual segundo turno. Quem se candidatar ao Executivo Estadual, terá direito a um gasto que varia de R$ 2,8 milhões a R$ 21 milhões, a depender do número de eleitores do estado. Já os candidatos ao Senado podem destinar de R$ 2,5 milhões a 5,6 milhões e os que almejam uma vaga na Câmara Federal até R$ 2,5 milhões. Os candidatos a deputados estaduais têm limite de R$ 1 milhão.
Um dos pontos mais polêmicos da reforma, o fundo eleitoral com R$ 1,7 milhões será distribuído entre as agremiações da seguinte forma: 2% repassado às siglas registradas no TSE e 35% àqueles que tenham pelo menos uma representação na Câmara dos Deputados. Na parcela entre os partidos com deputados, a porção de 48% do total é dividida proporcionalmente de acordo com o número de parlamentares. Outros 15% são divididos entre as legendas na proporção de senadores.
Doações de Pessoas Jurídicas estão proibidas e de pessoas físicas estão limitadas a 10% dos rendimentos brutos do doador. O valor, no entanto, não pode ultrapassar dez salários mínimos. Como alternativa para custear a campanha, os candidatos poderão promover “vaquinhas virtuais” e patrocinar conteúdos, no Facebook e no Instagram.
“Por esse motivo as empresas já estão mudando as suas sistemáticas para se adaptar às novas regras. O Facebook, por exemplo, informou que os candidatos que quiserem impulsionar as postagens terão que fazer um cadastro prévio. A publicação sairá com como patrocinado, com o nome, CNPJ ou CPF de quem contratou o patrocínio”, explicou a especialista em direito eleitoral e processual eleitoral e professora da Faculdade de Direito do IDP São Paulo, Karina Kufa.
Embora as alterações na lei eleitoral tenham como justificativa o enxugamento nos gastos públicos, a estudiosa acredita que o caixa dois pode ser estimulado. “É  um retrocesso. Sou a favor da transparência e a limitação de gastos pode incentivar os gastos por debaixo dos panos”, afirmou. Ela também criticou a diminuição nas formas de se fazer propaganda.
“Praticamente não há mais propaganda nas ruas. Só é possível colocar um adesivo com até meio metro quadrado nos imóveis particulares e carros. Acho ruim isso. Às vezes o eleitor decide o voto pelo que vê na rua. A propaganda é um direito do eleitor também, de ter acesso a ela”, opinou. Questionada se as publicidades não causariam poluição visual, ela afirmou não ver problemas de haver materiais gráficos nas ruas. “Isso só acontece a cada quatro anos. O que vejo problema é não haver informações suficientes e acabar mantendo no poder sempre os mesmos candidatos. Quem está no poder tem estrutura maior, faz uso da máquina pública”.
Além de ter direito a poucos recursos se comparado com outros partidos, as legendas nanicas tem outra preocupação: a cláusula de barreira. Segundo a norma, somente as agremiações que obtiverem, no mínimo, 1,5% do total de votos válidos em nove estados ou que elegerem nove deputados, terão direito ao tempo mínimo de propaganda eleitoral (cerca de nove segundo) e a recursos do fundo partidário no próximo pleito.

Fonte OP9


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